Na discussão que se estabelece sobre ética jornalística, sempre são analisados aqueles profissionais que trabalham na TV, rádio, impresso, internet e principalmente os assessores de comunicação. Neste texto falaremos da ética jornalística no terceiro setor, uma questão ainda pouco discutida, mais que faz parte do século atual.
A imprensa na maioria das vezes vive de críticas sobre os problemas existentes, enquanto o terceiro setor busca soluções para tais problemas. Sendo assim, percebemos que estes dois órgãos não andam juntos, os que deveria ser ao contrário, pois um completa o trabalho do outro. O código de ética dos jornalistas deixa claro no artigo 6º, inciso XI, que os jornalistas devem defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, dos adolescentes, das mulheres, dos idosos, dos negros e das minorias. E é exatamente esta a proposta do terceiro setor, ajudar a minimizar os problemas da sociedade, buscando promover melhorias para sociedade.
É dever dos jornalistas divulgar fatos de interesse público conforme o artigo 2º, inciso II, mais o que se vê são notícias tendenciosas que ajuda a promover uma parte, deixando a verdade encoberta. Como o terceiro setor está sempre em busca de ajudar a sociedade, seu trabalho deveria ser alvo dos jornalistas para divulgar ações que beneficiaria a sociedade, mais a imprensa prefere ignorar ou criticar estes trabalhos, conforme fala Joaquim Falcão no livro “Democracia, direito e terceiro setor”.
Talvez a busca pelo fato novo e o “furo jornalístico" tem feito com que os jornalistas se esqueçam das normas que regem a profissão. Ou talvez, a “verdade” tem se tornado tão comercializada que, ou os jornalistas seguem o código de ética ou trabalham, as duas coisas parece não conseguir andar juntas.
Saiba Mais.
Desafios/Metas do terceiro setor
O jornalismo impresso e as ações de marketing na responsabilidade social empresarial
Comunicaçao Social no terceiro setor
Comunicação nas ONG's
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Profissionais do Instituto na Semana de Meio Ambiente da Usiminas
Profissionais do Instituto Interagir-Projetos e Pesquisas participarão do SEMAEC - Semana de Meio Ambiente das empresas contratadas da Usiminas, mostrando mais uma vez a competência e desenvoltura dos profissionais do Instituto. Foi convidado o Geógrafo e Associado do IIPP, Francisco de Souza Santiago para ministrar a palestra Gestão de Resíduos Sólidos e para falar sobre os Aspectos Socio Ambientais e Recursos Naturais, foi convidada a Química Industrial e Diretora Administrativa do IIPP, Viviane Macedo Reis Araújo. No intervalo entre uma palestra e outra o Ator e Associado do IIPP, Rubem Leite, trará o conto Nem tudo é Lixo.
As apresentações dos profissionais do Instituto será no dia 10 de junho, ás 08hs, no Auditório Togashi nas dependências da Usiminas.
As apresentações dos profissionais do Instituto será no dia 10 de junho, ás 08hs, no Auditório Togashi nas dependências da Usiminas.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Resgatando a cultura do Vale do Aço
Pensando em resgatar os costumes e culturas que estão se perdendo na região, foi elaborado o Projeto Cultural “História de Vida – As Raízes do Batuque nas Comunidades Rurais da Região Metropolitana do Vale do Aço” que trará para população um pouco da história dos batuqueiros da região. O projeto teve início em janeiro de 2010 e os trabalhos de campo começaram nos dias 27 e 28 de março, onde uma equipe de profissionais multidisciplinar pesquisam e reconhecem as comunidades, identificando possíveis pessoas envolvidas no movimento do Batuque.
Este projeto surgiu quando Alessandro de Sá, Geógrafo e Diretor Financeiro do Instituto Interagir, realizava uma pesquisa dentro da Área de Preservação Ambiental de Ipatinga. “Dentro da APA eu tive contato com esta manifestação cultural, que é o Batuque, e percebi que esta dança é pouco conhecida na região, então surgiu o desejo de resgatar a cultura dos Batuqueiros, mostrando a população o grande potencial cultural que temos na região”, conta Alessandro.
O projeto abordará as cidades de Ipatinga, Santana do Paraíso, Belo Oriente, Coronel Fabriciano e Timóteo. Após as pesquisas e o reconhecimento do movimento, será realizado um inventário sobre a manifestação cultural. Um livro didático também será produzido contando a história do Batuque na região, ele será distribuído nas bibliotecas municipais da região Metropolitana do Vale do Aço.
Ao final do projeto que tem previsão de término no mês de setembro deste ano, será realizada uma apresentação cultural, onde os Batuqueiros mostrarão ao público a dança, e suas principais características. As apresentações acontecerão em cada uma das cidades que o projeto aborda, sendo que a ultima apresentação será no Centro Cultural Usiminas, Usicultura, no Shopping do Vale.
A DANÇA
De origem Africana, o Batuque é uma dança que compõe um ritual de fertilidade, que veio para o Brasil no período colonial, e que permanece vivo em várias localidades Brasileiras.
Para iniciar o Batuque, os integrantes da dança fazem uma oração pedindo em favor da festa. A dança se desenvolve numa grande roda, onde os dançarinos vão ao centro, em pares ou solo e executam passos improvisados, sendo que o requebrado dos quadris é constante e o ritmo é marcado pelos atabaques e tambores, acompanhado por batidas dos pés e palmas. Os pares são organizados em duas fileiras para entrarem na “sala”, que é o nome dado a roda onde as pessoas ficam para dançar.
Na dança se encostava o umbigo de um dançarino com o outro, passo nomeado de “Umbigada”, mas com o passar do tempo o umbigo foi trocado pelos ombros, a partir de então os Batuqueiros passaram a encostar um ombro no do outro, mas o nome do passo permaneceu o mesmo.
No encerramento do Batuque executa-se o “leva e traz”, onde os dançarinos gingando de um lado a outro, reencontram e dão umbigadas incessantes. Apesar da dança ter incorporado novos significados e passar por adaptações, esta manifestação cultural ainda é uma tradição que permanece viva nas comunidades rurais da Região do Vale do Aço.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Conheça o Instituto Interagir
O Instituto Interagir foi criado em 20 de agosto de 2008 com intuito de desenvolver projetos e pesquisas nas áreas de meio ambiente, social, cultura e educação. Hoje o Instituto conta um grupo de profissionais multidisciplinares, que desenvolvem seus projetos na Região Metropolitana do Vale do Aço. Conheça um pouco mais o Interagir, nesta entrevista com o criador e diretor financeiro do Instituto, Alessandro Sá.
O que é o Instituto Interagir? O Instituto Interagir de Ações Educativas, Sociais, Culturais e Ambientais é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Ele foi criado com a intenção de realizar projetos e pesquisas nas áreas de Meio Ambiente, Social, Cultura e Educação, sempre na Região Metropolitana do Vale do Aço. Senti falta de projetos que valorizassem nossa região, geralmente tem projetos realizados fora daqui, e nossa região tem um potencial muito grande nestas áreas, mais precisava de ação, de projetos que vá em busca de melhorias, e é isso que o Instituto propõe.
Como funciona o Instituto? Nós temos vários associados (uma equipe multidisciplinar) que são formados e especializados nas mais diversas áreas, que desenvolvem projetos e pesquisas na Promoção da cultura; Defesa e promoção do patrimônio histórico e artístico; Promoção do desenvolvimento econômico, social e combate à pobreza; Defesa, preservação, conservação e educação em prol do meio ambiente para a promoção do desenvolvimento sustentável; Desenvolvimento, planejamento, execução e monitoramento de programas e projetos de proteção e sócio educativos destinados a crianças e adolescentes.
Quais os principais trabalhos realizados pelo instituto? O Instituto vem desenvolvendo desde sua criação uma série de projetos, entre ele os que já foram realizados são: Programa Itinerante de Educação Ambiental; Lançamento do Atlas Histórico e Geográfico do Município de Ipatinga; Projeto Turismo Pedagógico com escolas da Região Metropolitana do Vale do Aço; I Simpósio Sócio-Ambiental da Região Metropolitana do Vale do Aço; I Expedição da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Ipanema; Primeiro Natal Solidário da Comunidade Rural Tribuna – Ipatinga; Diagnóstico e intervenção ambiental na bacia do Ribeirão Ipanema, Ipatinga-mg. Subsídios para a Conservação e Gestão dos Recursos Hídricos numa sub-bacia do Rio Doce; I Interação Cultural.
Agora temos três projetos em andamento que são: História de Vida – As raízes do batuque nas comunidades rurais da região Metropolitana do Vale do Aço; Atlas Histórico e geográfico da Região Metropolitana do Vale do Aço; Diagnóstico de degradação e recuperação da mata ciliar do córrego garrafa em Santana do Paraíso.
O Instituto já recebeu algum prêmio ou nomeação de grande importância? Conseguimos no dia 14 de abril de 2010, o título de Utilidade Pública pela Prefeitura Municipal de Ipatinga nos termos da lei nº 50.517/61 e agora estamos em busca do título de OSCIP, que é Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.
O Instituto trabalha com associados, quem pode ser associado do instituto?
Pessoas com idade acima de 18 anos, estudantes secundaristas ou técnicos, que estejam graduando ou já seja formado em algum curso superior que envolva uma das quatro áreas do Instituto, que é Cultura, Meio Ambiente, Social e Educação.
Como se associar? Os interessados deverão fazer contato conosco, e marcaremos o melhor dia para recebê-lo na sede do Instituto. Após conhecer nosso trabalho, se realmente quiser fazer parte de nossa equipe o currículo será analisado pela diretoria e então poderá ser admitido em uma assembléia geral.
Como fazer contato? Nosso endereço é Rua Ponte Nova, 149, Sala 205, Centro, Ipatinga/MG.
Telefone: (31) 8606-1419 / (31) 8799-6866
O que é o Instituto Interagir? O Instituto Interagir de Ações Educativas, Sociais, Culturais e Ambientais é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Ele foi criado com a intenção de realizar projetos e pesquisas nas áreas de Meio Ambiente, Social, Cultura e Educação, sempre na Região Metropolitana do Vale do Aço. Senti falta de projetos que valorizassem nossa região, geralmente tem projetos realizados fora daqui, e nossa região tem um potencial muito grande nestas áreas, mais precisava de ação, de projetos que vá em busca de melhorias, e é isso que o Instituto propõe.
Como funciona o Instituto? Nós temos vários associados (uma equipe multidisciplinar) que são formados e especializados nas mais diversas áreas, que desenvolvem projetos e pesquisas na Promoção da cultura; Defesa e promoção do patrimônio histórico e artístico; Promoção do desenvolvimento econômico, social e combate à pobreza; Defesa, preservação, conservação e educação em prol do meio ambiente para a promoção do desenvolvimento sustentável; Desenvolvimento, planejamento, execução e monitoramento de programas e projetos de proteção e sócio educativos destinados a crianças e adolescentes.
Quais os principais trabalhos realizados pelo instituto? O Instituto vem desenvolvendo desde sua criação uma série de projetos, entre ele os que já foram realizados são: Programa Itinerante de Educação Ambiental; Lançamento do Atlas Histórico e Geográfico do Município de Ipatinga; Projeto Turismo Pedagógico com escolas da Região Metropolitana do Vale do Aço; I Simpósio Sócio-Ambiental da Região Metropolitana do Vale do Aço; I Expedição da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Ipanema; Primeiro Natal Solidário da Comunidade Rural Tribuna – Ipatinga; Diagnóstico e intervenção ambiental na bacia do Ribeirão Ipanema, Ipatinga-mg. Subsídios para a Conservação e Gestão dos Recursos Hídricos numa sub-bacia do Rio Doce; I Interação Cultural.
Agora temos três projetos em andamento que são: História de Vida – As raízes do batuque nas comunidades rurais da região Metropolitana do Vale do Aço; Atlas Histórico e geográfico da Região Metropolitana do Vale do Aço; Diagnóstico de degradação e recuperação da mata ciliar do córrego garrafa em Santana do Paraíso.
O Instituto já recebeu algum prêmio ou nomeação de grande importância? Conseguimos no dia 14 de abril de 2010, o título de Utilidade Pública pela Prefeitura Municipal de Ipatinga nos termos da lei nº 50.517/61 e agora estamos em busca do título de OSCIP, que é Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.
O Instituto trabalha com associados, quem pode ser associado do instituto?
Pessoas com idade acima de 18 anos, estudantes secundaristas ou técnicos, que estejam graduando ou já seja formado em algum curso superior que envolva uma das quatro áreas do Instituto, que é Cultura, Meio Ambiente, Social e Educação.
Como se associar? Os interessados deverão fazer contato conosco, e marcaremos o melhor dia para recebê-lo na sede do Instituto. Após conhecer nosso trabalho, se realmente quiser fazer parte de nossa equipe o currículo será analisado pela diretoria e então poderá ser admitido em uma assembléia geral.
Como fazer contato? Nosso endereço é Rua Ponte Nova, 149, Sala 205, Centro, Ipatinga/MG.
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Sobre o blog
Este blog apresenta os principais projetos e pesquisas desenvolvidos pelo Instituto Interagir, que trabalha nas áreas de Cultura, Educação, Social e Meio Ambiente na Região Metropolitana do Vale do Aço.
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